quarta-feira, 21 de julho de 2010

21 de Julho de 2010

Bem sei que disse que não postaria mais por aqui...
Mas a vontade de "desabafar" foi superior à promessa anteriormente feita...

Verdade seja dita, encontro-me no mesmo ponto onde fui deixado à meses atrás. Não existe grande vontade de sair daqui. Lembro-me de coisas, normalmente aleatórias, relacionadas com situações do dia-a-dia, mas há uma ou outra que é constante... Que teima em acontecer e levar-me a um espécie de estado "anormal", apanho-me a "falar" contigo, no entanto estou sozinho... Para exemplificar, nunca me esquecerei do lavar atrás das orelhas... Ficou para sempre! Sempre que tomo banho, apanho-me a pensar para mim "Siiiim, vês, estou a lavar atrás das orelhas, deixa-me!", dá-se origem então a um sorriso parvo no meu rosto e um estranho bem estar apenas momentâneo...

Por várias vezes, lembro-me de uma pequena conversa que tivemos, já muito depois de termos acabado, onde te relatava uma conversa que tinha tido com uma amiga minha em que chegámos ao ponto dela me perguntar se eu de facto aceitaria voltar a namorar contigo, se tu quisesses voltar isto é. Nessa altura a tua reacção foi "Ah tu respondeste logo que não lulz", não... Aquando dessa conversa, a minha resposta foi sim, voltaria a tentar... Sinceramente, se tivesse tido essa mesma conversa esta tarde, a minha resposta seria a mesma... Eu quero mesmo voltar a tentar, mas apenas na condição de que tu, tentarás de facto dar tudo de ti para voltar a resultar, tal como eu darei... Mas enfim, cada vez mais me sinto numa batalha sem nexo, sem sombra de vitória... Cada vez mais me sinto a remar contra a maré. Estabeleci o derradeiro prazo, uma espécie de coisa de desenhos animados eu sei, mas é o que eu faço por ti, tu vales isso... Foi erro meu não o ter descoberto antes... Mas enfim, será acabar os estudos e voltar a contactar-te... Espero que por não te voltar a contactar até então, não julgues que te esqueci. Nada disso, estou apenas a dar-te o teu espaço. Como tu estás a dar o teu melhor para seguir os teus sonhos, eu estarei a fazer o mesmo... Gostava que lesses o que escrevo aqui... Mas bem sei que isso não acontecerá. Terei de ser forte, uma vez mais, mais que nunca...

Boa sorte para ti também, daqui a três anos, estarei à tua espera.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Divenire

É ao som de Divenire de Ludovico Einaudi que escrevo este pequeno post... Quando pensava que me encontrava no bom caminho, que finalmente percorria uma estrada que me levaria a um novo bem estar vi que uma vez mais, estava errado... Não consigo continuar a enganar-me...

Sinto a tua falta... :\

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Caído a teus pés...

"Acabei de levar com uma bomba...
Parece que o mundo me caiu nos ombros.
Quero mas não me consigo levantar
os meus braços tremem.
A sério... Percorrido pela vontade de rir
não tivesse eu tido sempre a razão
Ofuscada apenas pela vontade de chorar
Mesmo não tendo sido pela tua boca o ouvir
O desespero que me envolveu que veio para ficar
Não fosse o passado tão presente
O meu corpo quente e carente
Pelo peito tão vazio e sofregamente
Estaria eu pronto para do zero recriar
Tentar alcançar o que contigo alcancei
Tentar amar como jamais julguei amar alguém
Tal como te amei a ti, tal como o que alcancei contigo...
Eu não quero voltar a ser feliz... Quero que simplesmente tudo acabe... Não planeio mais, não crio mais objectivos... Doravante, será um dia de cada vez e não esperar por mais, pois foi o ver além do amanhã que me deixou como estou..."


Depois de escrever tudo isto... no meio de lágrimas, ranho e soluços. Passou-me pela cabeça, o "ultimato"! O derradeiro... Ia dormir para a porta da tua casa, para uma última tentativa. Estive sem exagero, meia-hora na casa de banho, onde supostamente me iria lavar para me vestir e seguir caminho até à tua rua. Tudo o que fiz foi agachar-me, encolher-me no canto e chorar... Pensei em tudo o que se tinha passado nesta noite que tinha começado bem, pensei no que tinha acabado de acontecer e claro, pensei no que haveria a fazer... A ideia de aí dormir depressa me pareceu errada... Primeiro, porque sei como irias reagir, ou pelo menos julgo saber (parte de mim ainda acredita no milagre de me voltares a querer...), assim que soubesses que ali estaria, das duas uma, ignoravas por completo e caso eu tentasse abordar-te reagias mal, de forma agressiva deixando bem claro "tu não existes". A outra seria, mal soubesses que ali estava, descias, vinhas ter comigo, reagias mal e mandavas-me para casa sem ter a mínima hipótese de falar o que quer que fosse... Além destes dois bons resultados como hipótese, reflecti imenso sobre o restante... Tu, tentaste e ao que parece, conseguiste seguir em frente, estás a construir algo novo... Eu não tenho o direito de te atrapalhar, de me colocar no caminho... Como mencionei, quero apenas o teu bem-estar, quero que sejas feliz... Quero mesmo... Então... Com que direito vou eu reclamar pelo que quer que seja? Não posso nem devo... Estás a conseguir... Vou torcer por ti...

E se algum dia leres isto e mudares de ideias, resolveres dar-me uma oportunidade... Vem ter comigo... Eu estarei à tua espera...

Este será o último post neste blog, bem sei que deixaste de o ler, não existem mais motivos para continuar a escrever aqui... Se por momentos quando namorámos tive dúvidas do que sentia por ti, hoje tenho bem a certeza, bem presente do que o que sinto por ti jamais senti por alguém... És tudo para mim, és o centro do meu mundo, o centro de que estou privado...

Amo-te, Ana Bárbara Macedo...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

So am I, still waiting

"She always kept me waiting, and if I ever got another chance, I'd still ask her to dance"

http://www.youtube.com/watch?v=z7hhDINyBP0&feature=fvst

quarta-feira, 5 de maio de 2010

5 de maio de 2010

Hoje por pouco não caí na tentação de ir ao teu encontro de várias maneiras, a primeira, à hora de almoço, quis ir ao Mcdonald's, aproveitava para te convidar... Como estavas perto... Aproveitava... Mesmo sabendo que irias recusar... Depressa desisti da ideia... Pouco depois escrevi uma mensagem, a convidar-te para jantar fora ou assim, mais uma de muitas que não cheguei a enviar... Durante a viagem de comboio, fui a melindrar sobre um e-mail que acabei de decidir que não to enviarei... Um e-mail que te perguntaria se sentes a minha falta, se ocasionalmente, ainda te recordas de mim.... Porque se sim, então aí valeria a pena voltar a reinserir-me na tua vida, aos poucos e poucos... Como no nosso princípio... No entanto, caso não sintas... Deixaria as coisas como estão, não estarias a ser guiada pela raiva que me tinhas, mas estarias tu própria a descobrir e a percorrer um novo caminho da vida, um caminho numa direcção que não a minha... Só quero o teu bem-estar, sempre foi assim... Admito que muitas vezes, cego por sentimentos alheios à nossa relação, pouco ou nada pareceu... Culpa minha, mais um de muito erros... Eu sei... Eu sei...

Porias a questão "se não demos uma vez, o que te faria acreditar que daríamos agora?"

Agora sei o que não sabia quando não demos... Cresci e aprendi... Sou diferente, tu estás diferente... Eu consigo adaptar-me ao teu novo Tu, deixa-me tentar... Basta quereres e deixares... Fiz-te amar uma vez, fá-lo-ei uma vez mais...

terça-feira, 4 de maio de 2010

4 de maio de 2010

Tenho escrito várias sms's, que supostamente te enviaria... mas não consigo... ficam-se pelos rascunhos... uma vez, há duas ou três noites atrás, adormeci com o telemóvel na mão, ao acordar, tinha escrito um "tenho saudades tuas..."...

já reparaste? Passaram-se quase 6 meses... Lembras-te de quando falávamos sobre o tempo a dar-mos, em que mencionaste 6 meses? Pois é... Ao chegarmos a junho, perguntar-te-ei se há volta a dar, sinceramente, acredito que a tua resposta (se tiver alguma) será, que o nós não voltará a existir, o que me deixa de rastos... Mas não há nada que possa fazer... És tudo o que quero, e tudo o que me é negado...

Tenho saudades tuas... A minha vida era regida em teu redor, a vida continua, com a diferença de não ter onde me agarrar...

Enfim...

sábado, 1 de maio de 2010

30 de Abril de 2010

Desculpa, por todas a vezes em que não acreditei em ti...