quarta-feira, 31 de março de 2010

Não há...

Não há mais um porquê de aqui estar...
Sigo a estrada da vida, consoante os meus pequenos passos me permitem... todavia, tenho a ligeira impressão de que há demasiado tempo percorro o caminho errado... Sinto a tua falta, é certo... Mas deixaste já bem claro, que não queres... Não terás toda a razão? Eu sei o que quero, e o que quero é estar contigo, sei que consigo fazer-te feliz, sei mesmo... tenho bem presente de que consigo fazer com que resulte... No entanto, será o mais correcto? lançaste já ao chão, as sementes do teu futuro, do futuro que almejas, num futuro onde não pertenço... Será assim tão difícil tentar deixar que colhas os frutos dessas sementes? Quem sabe, não encontres felicidade maior do que a que te proporcionei um dia, quem sabe, não encontres algo que nem eu se quer imaginei possível conceder-te... Quem sabe, não te esteja eu a segurar de um futuro bem melhor que o passado... Com isto, prometo deixar-te seguir... Acima da minha felicidade, quero a tua... Há muito que ando cego na crença de que serás mais feliz junto a mim, talvez pelo mesmo tempo tenho andado enganado que não tem de ser bem assim... Desculpa por tudo, por toda a dor que te causei antes e depois de termos acabado, não foi por mal, nunca foi intencional, espero que tenhas isto bem presente sempre que te recordares de mim... Desejo-te o melhor pois sei que bem lá no fundo, até mereces...

Amo-te